O dia 1º de maio ficou conhecido como o Dia Internacional dos Trabalhadores, após uma greve, ocorrida na mesma data, em 1886, nos Estados Unidos, reunir milhares de trabalhadores para reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas por dia.

Na época, embora a jornada de 8 horas já fosse estabelecida por lei, muitos padrões a descumpriam e obrigavam os funcionários a trabalharem até 100 horas semanais, ou seja, aproximadamente 16 horas por cada dia dos seis dias de trabalho.

Esta greve história ocorrida nos Estados Unidos prolongou-se até 4 de maio, quando ocorreu a sangrenta Revolta do Haymarket, na qual três trabalhadores foram presos, e outros cinco foram executados, fato, este, que impulsionou e mobilizou as organizações trabalhistas e sindicais dos Estados Unidos e do mundo inteiro.

Após anos de luta, os trabalhadores conquistaram condições mais justas de trabalho e a data ficou sendo conhecida como um marco das manifestações por direitos e das conquistas dos trabalhadores.

Mas e hoje? Qual a importância da data para nós, empresas e funcionários?

Além da data ter um caráter comemorativo, para recordar a luta de todos os trabalhadores, é, também, uma data para homenagear, valorizar e respeitar ainda mais todos os tipos de trabalho e as pessoas que os exercem – os trabalhadores.

Reconhecer o trabalho de um funcionário, ou colega de trabalho, valorizá-lo e recompensá-lo justamente por aquilo que ele faz, agrega não só ao vínculo que se tem com ele, mas, principalmente, a forma com que este funcionário ou colega enxerga a si mesmo e o trabalho que realiza, e, além disso, o motiva a se dedicar ainda mais.

Neste sentido, e diante desta data tão espacial, a GHF – Go Health Foods – se alegra em poder conviver, trabalhar e caminhar ao lado de pessoas que amam e se dedicam todos os dias para oferecer e levar comida de verdade da Amazônia para o mundo.

A GHF preza pelo cuidado e conservação das florestas e não renuncia que este cuidado, bem como a extração dos produtos oferecidos (castanha-do-pará, cacau, semente de cumaru e açaí), seja feito por quem faz isso há gerações – as comunidades tradicionais e povos guardiões da região.

Assim, a GHF reconhece e incentiva a sabedoria secular desses povos, fomentando um comércio justo, uma remuneração digna e adequada e, também, oferecendo condições de trabalho seguras e meios de vida decentes para os povos da floresta.